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Comentários efectuados por Filipecanelas

  • Filipecanelas comentou a entrada "Abaixo a pedincha e os paninhos quentes na forma como se apelida a alguém que não vê" à 5 anos 9 meses atrás

    Meus caros amigos.
    Estou muito contente pela quantidade e a qualidade dos comentários que li a este pequeno texto.
    Comentários muito pertinentes, muito bem fundamentados e sensatos.
    fiquei mesmo muito satisfeito.
    Concordo que a palavra vidente não deve ser usada para caracterizar quem vê, no entanto há uma diferença fundamental, é que quando um cego usa o termo vidente não é com sentido discriminatório, porque ninguém vai pensar que uma pessoa com visão se vai sentir revoltada ou descriminada por ser chamada de vidente!
    A não ser que seja alguém que tenha mesmo trauma e aversão a bruxas!
    No entanto, vocês têm toda a razão em dizer que não faz sentido usar esta terminologia.
    Gostei muito da reflexão do Marco que nos diz que essencialmente devemos ser tratados pelo nosso nome, e não podia estar mais de acordo com a ideia segundo a qual nós complicamos o que é fácil.
    Penso no entanto que muitos dos meus queridos amigos que comentaram este artigo apesar de terem feito uma análise muito acertada e equilibrada à forma como se deve chamar a uma pessoa que não vê, receio que não perceberam o foco do artigo.
    Claro que esta questão do cego e do invisual é importante, mas o mais indigno é o modo de actuar de algumas pessoas que deviam fazer muito mais por dar uma boa imagem das pessoas cegas.
    Verifico com muita perplexidade que internamente há um grande consenso na condenação da comiseração e do discurso miserabilista.
    O grave problema é que depois este aparente consenso não liga com a realidade, e ainda somos muito brandos quando de certa forma legitimamos quanto mais não seja com o nosso silêncio estas atitudes que transformam o ser humano sem visão em ceguinho diminuído perante a sociedade.
    E se temos tantos anos, tantas gerações em que os cegos eram pedintes, tocadores de acordeão na esquina, estas coisas que eu tenho assistido só fazem com que a opinião pública confirme na prática esta visão.
    Um dia alguém que juro não me recordo dizia que os cegos são uma classe.
    Eu não sou tão peremptório. Mas lá que a sociedade civil nos vê enquanto tal não tenho grandes dúvidas.
    Cabe-nos também a nós, principais interessados, fazer tudo para desconstruir esta ideia pré concebida e ajudar-mos a mostrar que regra geral os pedintes e os miseráveis não são os cegos, mas sim uma parte pequena de cegos.
    Reparem que eu não uso a palavra pobres, porque ser miserável não é ser pobre.
    Dos pobres eu tenho muito respeito e ajudo no que poder. Aos miseráveis não merecem a nossa compreensão.
    Um abraço forte para todos os cegos lutadores e construtores de coisas boas e positivas.

  • Filipecanelas comentou a entrada "Um telemóvel capaz de apresentar imagens em Braille, uma notícia tonta publicada em órgãos de comunicação social supostamente sérios e credíveis" à 5 anos 10 meses atrás

    Olá Ana.
    Percebo a sua opinião. Embora neste particular penso que ela não se aplica.
    Se nós queremos desenvolver uma ideia, um projecto em que supostamente o público alvo são as pessoas cegas, antes de concretizar na prática o que quer que seja, manda o bom senso que, primeiro, façamos uma pesquisa de mercado para ver o que existe, e segundo auscultemos a parte interessada no resultado do produto final.
    Pelo que li desta notícia, tenho a convicção profunda que não foi feita nem uma coisa nem outra!
    É verdade que em muitas situações, podemos e devemos contribuir para um melhor esclarecimento da opinião pública, sobre a deficiência visual. Mas neste caso em concreto, nós não podemos ser parte activa nesse esclarecimento, se da outra parte não à o mínimo de interesse e abertura na sua obtenção.
    Um abraço.
    Filipe.

  • Filipecanelas comentou a entrada "Comprar a partir de Casa com o Continente Online" à 6 anos 6 meses atrás

    Tiago.
    De facto a primeira vez que usamos o site do continente parece um pouco confuso, no entanto com alguns truques a navegação fica muito mais facilitada.
    O primeiro conselho que eu dou é guardar exactamente o nome do produto que compras. Assim, na próxima compra, tendo o nome do produto exacto, ao introduzir na caixa de pesquisa ele encontra-o logo.
    Mas, agora que ainda não fizeste compras dou-te um outro concelho.
    Quando fazes uma pesquisa, por exemplo arroz, podes encontrar vários filtros. Por exemplo, Marcas, tipos de arroz, categorias etc.
    Também podes encontrar um filtro que diz promoção.
    Então aí tem de funcionar um pouco a tua intuição. Se já tiveres definida uma marca óptimo, basta clicares na marca em causa. Se não tiveres, realmente vais ter mais trabalho. Talvez aí será bom pedires alguém para te ver a marca e as restantes características do pacote que costumas usar, e aí no site já é mais fácil.
    Relativamente `às quantidades, em qualquer momento do processo de compra, podes ver a lista de produtos que estão adicionados no carrinho.
    Uma das caixas que faz parte de cada produto é a quantidade. Se nessa caixa apagares o número que lá está e introduzires o número 0, o produto é eliminado da lista automaticamente.
    É a forma mais simples.
    Finalmente, e sobre o horário, isso só podes escolher quando clicas em finalizar compra, e é salvo erro o terceiro passo do processo.
    O primeiro passo é confirmares a morada de entrega, o segundo é o método de pagamento, e o terceiro é o horário de entrega.
    Quando lá chegares aparecem-te várias opções disponíveis, cada uma opção tem uma caixa combinada que por defeito está desmarcada. Basta portanto marcar a caixa que quiseres.
    Abraço.
    Filipe.

  • Filipecanelas comentou a entrada "Comprar a partir de Casa com o Continente Online" à 6 anos 6 meses atrás

    Tiago.
    É perfeitamente possível usares o teu cartão. Quando crias a conta ele gera-te um cartão. Depois se comprares alguma coisa em promoção e que atribua descontos, eles são automaticamente creditados. Ao fazeres a compra, o sistema mostra quanto dinheiro tens no cartão, e pergunta quanto é que queres utilizar para abater à compra.

  • Filipecanelas comentou a entrada "O mito da acessibilidade cara, dispendiosa e impraticável" à 7 anos 6 meses atrás

    Viva Daniel.

    Por acaso acredita que tenho a firme convicção que todos os filmes são dobrados em português.
    Pelo menos na Tv isso sucede, tanto que me recordo que os meus professores de inglês aconselhavam precisamente os meus colegas a verem muitos filmes e respectivas legendas para se familiarizarem com esse idioma.
    No cinema, efectivamente não tenho a certeza, é apenas uma mera convicção, mas faz todo o sentido que as legendas apareçam para que quem não dominar o idioma original do filme o possa entender.
    Partindo do princípio que esse trabalho já está feito, tudo se torna mais fácil, e bastará no caso do cinema haver um sincronismo entre o filme e o áudio, e difundir essa informação nos auscultadores colocados na cadeira.
    Concordo quando dizes que este processo e a áudio descrição não estão interligados. Uma coisa não substitui a outra!
    Também vi o filme que falaste mas no cinema, não comprei o dvd, mas se de facto ele é inclusivo, trata-se de mais uma prova inequívoca que é perfeitamente possível pôr a tecnologia ao serviço da integração.
    Abraço.
    Filipe.

  • Filipecanelas comentou a entrada "O mito da acessibilidade cara, dispendiosa e impraticável" à 7 anos 6 meses atrás

    Meus caros amigos.

    em primeiro lugar quero agradecer-vos sinceramente as vossas reflexões, altamente oportunas.
    Permitam-me aflorar alguns comentários sobre as questões que têm sido levantadas.
    concordo com o caríssimo Manuel, quando afirma que muitas das soluções com vista a melhorar a acessibilidade são concebidas e implementadas, sem que o público alvo seja consultado.
    Isto normalmente tem consequências muito negativas, porque a minha experiência diz-me que quem desenvolve essas medidas, não domina a especificidade da deficiência visual.
    Por outro lado, verificamos que regra geral, quando se desenvolve um produto é obrigatório auscultar a sensibilidade das pessoas, para aferir se ele vai ou não de encontro ás necessidades e expectativas do público alvo.
    No caso dos deficientes, isto logicamente não pode ser diferente.
    No entanto, verifico com particular inquietação e revolta que ainda há quem pense que para os deficientes qualquer solução serve. E eu próprio já ouvi reacções do tipo, os deficientes são ingratos, numa tentativa de atirar o ónus do insucesso não para quem desenvolve o produto sem contactar a população deficiente, mas sim dessa própria comunidade que segundo o dizer desses personagens, nunca está contente com nada!
    Já não falo, daquelas situações onde o único objectivo é o lucro, uma vez que podemos inclusive estar a falar de situações de fraude e aproveitamento torpe da deficiência para enriquecimento próprio.
    O Carlos e a Maria levantaram outro problema que eu considero muito pertinente, que é o papel que as associações de e para deficientes devem ter em tudo isto.
    Creio que por direito próprio no caso da deficiência visual, a Acapo, por ser a instituição certificada, e que por isso é a legítima representante dos interesses das pessoas com cegueira e baixa visão, tem de servir de intermediária entre o poder político e procurar ter voz activa junto de empresas que compram os serviços, e também das outras que os produzem.
    Por vezes é muito difícil construir algo de palpável, tal é a falta de sensibilidade que mina por inteiro este campo.
    Relembro a questão que envolve a decisão da Erc, em obrigar as televisões a difundirem em voz as legendas com as traduções, e neste caso o que aconteceu?
    A sic e a TVI interpuseram uma providência cautelar para suspender esta deliberação da erc, e o tribunal deu razão as estações televisivas.
    Ou seja, uma decisão altamente positiva da entidade reguladora para a comunicação social, não foi cumprida porque o tribunal deu razão aos incumpri dores.
    Podemos e devemos discutir as decisões dos tribunais, mas a questão é que agora só com a acção principal este assunto pode ser melhor discutido, e sabemos o quan é lenta a nossa justiça.
    É também curioso que a sic e a TVI gastaram mais dinheiro na providência, e na acção que se irá desenrolar, do que em implementar a medida em si.
    Só por aí podemos ver o tipo de postura que os operadores de televisão privada têm nesta situação.
    Obviamente que neste caso, o papel da Acapo ou de outra qualquer instituição fica muito limitado, porque se nem perante a lei as televisões querem permitir o acesso dos cegos e amblíopes às legendas, quanto mais ao nível da diplomacia!
    Finalmente, quero comentar a declaração do nosso caríssimo Manuel relativamente à áudio descrição.
    Eu concordo com o facto de ninguém ter descoberto o ovo de Colombo, e de isto não ser nem de longe nem de perto uma panaceia para resolver os problemas dos deficientes no que concerne ao acesso aos conteúdos multimédia.
    no entanto, creio que tecnicamente é perfeitamente possível obrigar a que todos os filmes venham com áudio descrição incorporada. e quando falamos de um dvd, é um facto que não é acessível escolher num vulgar leitor a opção de áudio descrição. No entanto, no computador é perfeitamente possível aceder a esse menu, e mesmo no tal leitor convencional, apesar de o processo variar de máquina para máquina, não seria nada difícil uniformizar a escolha dos menus, e a pessoa cega pedia a um normovisual que o ajudasse a seleccionar o menu, automatizando mentalmente os passos a dar para realizar essa tarefa.
    isso meu caro Manuel, é o que se faz no dia a dia, nos equipamentos de ar condicionado, nas televisões, e em muitos outros equipamentos que não oferecem acessibilidade e em que é preciso criar uma série de automatismos, e saber de cor sequências de botões a serem premidos.

    Um abraço para todos, e mais uma vez, muito obrigado sincero pelos vossos contributos.
    +Filipe Azevedo

  • Filipecanelas comentou a entrada "O mito da acessibilidade cara, dispendiosa e impraticável" à 7 anos 6 meses atrás

    Olá Daniel.

    Sim, é verdade que podemos considerar algumas medidas caras, mas temos de as enquadrar no custo final do produto.
    Por exemplo à áudio descrição.
    Nós sabemos que para que o trabalho seja bem feito, é preciso formar pessoas para definirem em cada filme o que deve ser realmente descrito. E este processo não é assim tão linear, porque dependendo muito da mensagem da obra, à que escolher textos e mensagens adequadas, que dêem à pessoa cega uma noção o mais aproximada do filme.
    Por outro lado, a parte da locução em si, também deve ser um trabalho especializado, e que tem os seus custos obviamente.
    No entanto, estamos a falar da produção de um filme que fica por milhares de euros. E a áudio descrição, pese embora represente as suas despesas, elas acabam por ser quase insignificantes tendo em conta o custo final da obra.
    E é aí que nós devemos definir o nosso conceito de caro e de barato.
    Tu falas e muito bem nas marcas tácteis nas estações do metro.
    Imagina tu, que provavelmente algum administrador mais louco até pode dizer que colocar lá umas tiras de borracha pode ser caro. Mas esse administrador por exemplo colocou bancos em inox, que são extremamente caros, e não te esqueças que regra geral as composições do metro circulam com uma regularidade regra geral inferior a 10 minutos. Ou seja, não sei quem é que vai usar aqueles bancos tão caros durante muito tempo!
    Percebem porque é que eu digo que o mito da acessibilidade cara e inacessível não passa mesmo disso? De um mito?

    Filipe Azevedo

  • Filipecanelas comentou a entrada "O mito da acessibilidade cara, dispendiosa e impraticável" à 7 anos 6 meses atrás

    Olá Patrícia.
    Na áudio descrição tudo seria mais simples, se fosse obrigatório criar esse recurso quando se lança o filme, quer seja uma edição em DVD ou para o cinema.
    O revoltante é que a legislação só não se faz porque não há sensibilidade política para isso, uma vez que como vimos não estamos a falar de questões economicistas.
    Como eu disse, já ficava contente, se estas medidas que não envolvem grandes investimentos fossem postas em prática. O problema é que se já estas não o são, quando falamos de outras questões que implicam algum dinheiro, mas que são essenciais para os deficientes, então aí as dificuldades são muito maiores. E se não temos sensibilidade para fazer o que se pode sem gastar dinheiro, como vamos pedir que se faça gastando esse dinheiro?

    Filipe.

  • Filipecanelas comentou a entrada "Homenagem ao Rui Fontes" à 7 anos 6 meses atrás

    Prezado Aquilino.

    quero também associar a minha voz a esta sua manifestação de solidariedade para com o Rui, e faço-o publicamente porque é da mais elementar justiça.
    Eu, que não tenho interesses comerciais de nenhuma espécie, permita-me dizer-lhe que fiquei muito sensibilizado com esta sua mensagem, tratando-se de empresas que para todos os efeitos são concorrentes.
    Dou-lhe os parabéns por esta postura de frontalidade e sinceridade.
    Quem conhece o trabalho que o Rui faz ao longo destes mais de 10 anos, sabe que ele tem sido de uma dedicação a toda a prova. Seja de manhã, de tarde ou à noite, ao fim de semana, ele sempre se tem mostrado disponível para ajudar os utilizadores do jaws, e tenho de o dizer, mesmo aqueles que não usam versões legais foram ajudados sempre que precisaram.
    Não estou em condições de me pronunciar publicamente sobre a intenção da fredom, porque não tenho conhecimento da matéria, que me permitiria falar com o rigor que um fórum público como este impõem, mas sob o ponto de vista pessoal não tenho dúvida que foi uma enormíssima machadada no jaws, porque conhecendo eu relativamente bem o mercado tiflotécnico e os agentes que nele se movem, não há neste momento nenhum empresário capaz de representar tão bem o Jaws como o Rui.
    E quando se apontava e de facto com razão o problema das traduções do jaws, confesso que ao ver a tradução que foi feita desta versão 12.0, fiquei com os cabelos em pé.
    Em primeiro lugar tanto a tradução português Brasil como a tradução Português Portugal, dá a ideia clara que é a mesma. Não experimentei a tradução ptb, mas na ptg, existem termos como por exemplo treinamento, que é claramente usado pelos nossos companheiros do Brasil.
    Se assim for, estamos claramente perante uma publicidade enganosa, e não temos de ter medo das palavras. Se a ideia era fazer uma tradução unificada, que se dissesse isso na própria página, e escusavam de dizer que haviam duas traduções, quando na realidade só existe a tradução para português do Brasil.
    Caso ajam diferenças significativas nas traduções que até agora ninguém vislumbrou, lamento mas então que se traduza verdadeiramente, e se deixem de usar terminologias que em Português de Portugal não se utilizam.
    Creio que a pergunta impõem-se. Entre ter uma tradução francamente má, e não ater nenhuma, o que será mais benéfico? Talvez a resposta não seja assim tão linear.
    Por outro lado, é no mínimo paradoxal que alguém que ao longo de 8 anos sensivelmente andou a vender um leitor de ecrã como o windoweyes, promovendo-o à custa de denegrir o jaws, e isso assisti eu várias vezes, venha agora dizer que afinal o windoweyes não é assim tão bom, e que o jaws é que é um leitor de ecrã fabuloso.
    Eu sei que tudo isto é puro negócio, e o que manda é o dinheiro, mas caramba. Não façamos tudo pelo dinheiro, não é preciso termos duas caras a troco de meia dúzia de tostões.
    É que reparem. O problema não está uma empresa vender um produto e passar a vender outro. Aqui a questão é que antigamente a empresa para vender um produto denegria o concorrente, e agora vai deixar de vender esse produto, e passa a vender o eis concorrente que tanto criticava.
    E à conta disso, temos imensas infra-estruturas que foram equipadas com soluções tecnológicas desadequadas como por exemplo o leitor de ecrã windoweyes, que todos sabem não tem a mesma performance do jaws, nomeadamente na Internet, que é a principal valência desses equipamentos.
    Quero por isso enviar um forte abraço ao Rui, e pedir que apesar de toda esta selvajaria à vista de todos, aja bom senso.
    Desejo que o novo importador oficial demonstre alguns laivos de bom senso e dignidade, e que perceba que sozinho já mais vai conseguir prestar suporte ao jaws, porque este leitor de ecrã é talvez o melhor do mundo, mas também é de longe o mais complexo, e exige-se que quem dá suporte técnico possa estar dotado de conhecimento, experiência para prestar o necessário suporte.
    Espero por isso que da parte da antiga empresa que representava o jaws e da nova, aja a capacidade de diálogo necessária, para sobre tudo defender os interesses dos utilizadores.
    Não podia deixar de manifestar este meu sentimento, porque muito mais importante do que as questões comerciais e adjacentes, é ser justo e grato para alguém que enquanto foi representante deste leitor de ecrã deu tudo o que tinha para o valorizar.
    Infelizmente a Fredom talvez não saiba, mas é bom que eles percebam que devem muitíssimo ao Rui pelo facto de o Jaws se ter implantado tão bem no mercado português.
    É bom dizer isto a bem da justiça e da verdade

    +Filipe Azevedo

  • Filipecanelas comentou a entrada "Opinião sobre a reportagem ver para contar “cegos”, inserida no programa Mudar de Vida, da RTP 1" à 7 anos 7 meses atrás

    Viva Rui.
    Destes uma óptima ideia. gostei mesmo dela. Podíamos mesmo estruturar conteúdos para umaa série de vídeos. Uns seriam digamos assim mais pedagógicos, outros poderiam ser para chamar a atenção dos problemas que infrentamos no dia a dia.
    Quando eu falo em pedagogia, estou a pensar em vídeos informativos. Por exemplo técnicas de guia, vídeos que mostrem e expliquem diferentes actividades profissionais desempenhadas por cegos etc. Por acaso vou pensar mesmo a sério nesta possibilidade. Havemos certamente de falar nisto.
    Um abraço.
    +Filipe Azevedo

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