A chachada da ACAPO
Recentemente, o conselho pedagógico de uma escola da província aprovou uma actividade de divulgação e sensibilização sobre o braille para o mês de Janeiro, tendo para o efeito contactado a DN da ACAPO.
Recentemente, o conselho pedagógico de uma escola da província aprovou uma actividade de divulgação e sensibilização sobre o braille para o mês de Janeiro, tendo para o efeito contactado a DN da ACAPO.
O tmnTalks & Zooms é um verdadeiro porta-voz de tudo o que está escrito no visor. Convertendo em voz toda a informação através da utilização do sintetizador de voz.
Nos últimos anos, as pessoas com deficiencia visual estão chegando nas universidades, o que é algo muito bom. No entanto, esbarram na barreira da falta de acessibilidade. Diante da necessidade e dos constantes apelos, a Universidade de Passo Fundo, onde trabalho, criou um espaço com equipamentos e profissional especializado para dar conta do direito das pessoas cegas ou baixa visão. Além disso, oferece apoio pedagógico , aulas de informática, conforme o aluno necessitar. No início de cada semestre, uma pessoa da equipe especilizada faz o serviço de apoio itinerante com os professores.
As novas tecnologias são uma mais-valia para os portadores de deficiência. Depois das máquinas de escrever Braille pesadas, os computadores adaptados são uma excelente ajuda para quem é cego ou tem visão reduzida. Na Madeira, a Divisão de Acessibilidade e Adaptação das Tecnologias de Informação e Comunicação acompanha 59 portadores de deficiência visual, entre crianças e jovens nas escolas, como também adultos na vida activa.
Nome em braille agora será obrigatório
O Aeroporto de São Paulo/Congonhas está investindo em acessibilidade. Neste mês foram iniciadas diversas adaptações em sua infraestrutura. Todas elas seguem
a norma brasileira ABNT NBR 9050, que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
Há cada vez mais pessoas sem problemas de visão a aprender Braille. Só no ano passado, a ACAPO ensinou mais de uma centena de alunos e alguns aprenderam a ler numa semana. No entanto, a maioria usa os olhos e não o tacto para o fazer.
Bem, venho agora falar-vos de um assunto que me tem dado muito que pensar e que de certa forma se relaciona com o penúltimo texto que escrevi.
Tecnologia faz o que o cão-guia não pode fazer
The New York Times
MOUNTAIN VIEW, Califórnia
T. V. Raman era uma criança que gostava de livros e adorava matemática e
quebra-cabeças desde muito cedo.
Essa paixão não mudou depois de ter ficado cego por causa de um glaucoma aos 14
anos. O que mudou foi o papel que a tecnologia e suas próprias inovações