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Educação

Regime educativo especial aplicável aos alunos com necessidades educativas especiais - Decreto-Lei nº 319/91, de 23 de Agosto

por Lerparaver

A legislação que regula a integração dos alunos portadores de deficiência nas escolas regulares, publicada há mais de 10 anos, carece de actualização e de alargamento. A evolução dos conceitos relacionados com a educação especial, que se tem processado na generalidade dos países, as profundas transformações verificadas no sistema educativo português decorrentes da publicação da Lei de Bases do Sistema Educativo, as recomendações relativas ao acesso dos alunos deficientes ao sistema regular de ensino emanadas de organismos internacionais a que Portugal está vinculado e, finalmente, a experiência acumulada durante estes anos levam a considerar os diplomas vigentes ultrapassados e de alcance limitado. Com efeito, foi considerada no presente diploma a evolução dos conceitos resultantes do desenvolvimento das experiências de integração, havendo a salientar:

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Crédito bonificado a estudantes do ensino superior - Decreto-Lei nº 512/99, de 24 de Novembro

por Lerparaver

A Lei n.º 113/97, de 16 de Setembro - Lei de Bases do Financiamento do Ensino Superior Público - prevê, no seu artigo 26.º, no âmbito da relação entre o Estado e o estudante, o apoio do Estado a sistemas de empréstimos que tenham como objectivo possibilitar ao estudante a sua autonomização financeira, designadamente pela criação de taxas remuneratórias especialmente bonificadas.

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Educação

por Lerparaver
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Curso de braille beneficia 120 professores da rede pública

por Lerparaver

Governo federal pretende formar mais 330 educadores até o fim do ano

Professores das redes públicas estaduais e municipais, que trabalham ou vão trabalhar com alunos deficientes visuais de escolas especializadas, participam, de 26 de junho a 7 de julho, de um curso sobre o Sistema Braille Integral e o Código Matemático Unificado, usados no auxílio à leitura e escrita de pessoas que não podem enxergar.

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O braille e a musicografia - origens, evolução e actualidade

por Lerparaver

Por José Fernandes da Silva

(Trabalho apresentado no Seminário: "Acessibilidades - o que temos e o que queremos", Que teve lugar no dia 20 de Outubro de 2003 no Auditório do Orfeão da Covilhã)

Introdução

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O desenho em relevo: uma caneta que faz pontos

por Lerparaver

Francisco J. Lima 1 & José A. Da Silva 2.

Resumo

O presente trabalho descreve uma caneta que facilita as pessoas cegas desenhar e sugere seu uso na educação e lazer dessas pessoas. De baixo custo, bonita, prática e capaz de produzir alto-relevo de excelente qualidade em papéis e acetato, facilmente encontrados no mercado, a caneta para desenho em alto-relevo permite a produção de desenho por e para pessoas portadoras de limitação visual. Simplesmente pressionando a caneta contra o papel, sobre um aparato de EVA composto de EPDM, o cego pode produzir desenhos, mapas ou gráficos, acompanhando com uma mão o desenho que faz com a outra. Recomendada principalmente como material didático e lúdico, esta caneta vem auxiliar profissionais de educação especial no ensino de geometria, geografia, estatística, ou na ilustração de livros infantis para portadores de limitação visual. Com a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0, crianças, jovens e adultos cegos terão a oportunidade de conhecer e explorar o mundo dos desenhos bidimensionais (tendo acesso a representações de prédios, igrejas, figuras de animais ou quaisquer objectos que antes não podiam manusear) e de expressar suas próprias representações de objectos conhecidos ou imaginados, desenvolvendo e manifestando, assim, suas habilidades artísticas e de criação. Utilizada na estimulação de crianças portadoras de limitação visual, a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0 possibilita a educadores, pais e responsáveis dessas crianças um ensino lúdico, estimulando-lhes a criatividade, a imaginação e o tato. Finalmente, com certo treino, a caneta para desenho em alto-relevo M\H 1.0 permitirá aos cegos aprender o alfabeto em tinta, possibilitando-lhes receber ou deixar recados para pessoas que não sabem ler o braille.

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Abrindo os olhos dos educadores, para inclusão escolar dos alunos com deficiência visual

por Lerparaver

Patrícia conseguiu entrar na escola somente aos 14 anos. Aos 18, Daniel estava cursando a sétima série e Camila, de 6 anos, fazia parte de uma turma do pré-escolar. Influenciada pela família, ela não queria ir para uma escola especial. Seu colega do primeiro ciclo ganhou uma máquina de escrever em braille, doada pela comunidade. Saionara usava lupas e necessitava de material ampliado. Osvaldo terminou o segundo grau, aguardando a implantação de uma sala de recursos que significava a garantia de suporte pedagógico para o atendimento de suas necessidades educacionais especiais. Estes alunos e alunas têm em comum a deficiência visual e uma trajetória escolar permeada de conflitos e obstáculos.

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A escola no contexto da vida

por Lerparaver

Por Elizabet Dias de Sá

A história de minha família é típica da maioria da população brasileira. Meus pais vieram do interior de Minas Gerais para tentar a sorte na capital. Estabeleceram-se como comerciantes na periferia de Belo Horizonte. nossa vida seguia seu curso de acordo com apelos e demandas de sobrevivência. O trabalho sempre foi um dos principais valores cultivados e a escola um ideal acalentado por minha mãe que ousou desafiar a realidade, sonhando garantir para os filhos o que lhe fora negado.

Somos oito irmãos dos quais cinco perderam gradualmente a visão.

Sempre necessitamos de recursos ópticos e outras alternativas quase sempre improvisadas ou inexistentes. Actualmente bengalas, guias humanos, sistema Braille, gravadores, livros falados, ledores e computadores fazem parte da parafernália indispensável em minha vida diária.

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Dissertação sobre o computador na prática pedagógica com realce para a educação especial

por Lerparaver

INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO

ESCOLA SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

CURSO DE ESTUDOS SUPERIORES ESPECIALIZADOS EM EDUCAÇÃO ESPECIAL

Dissertação

Orientada por:

Dr.ª Maria de Lurdes Pereira

ALUNO: Leonardo Cunha da Silva

PORTO, 1998

INTRODUÇÃO

A razão de ser da escolha do tema para esta dissertação assenta essencialmente, na necessidade de aprofundar o estudo de um novo recurso cada vez mais presente no panorama escolar, o computador, bem como, as vantagens do seu uso na Educação em geral e especificamente na Educação Especial.

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A integração do aluno com deficiência visual no curso secundário

por Lerparaver

Diagnóstico da situação

Por Elizabet Dias de Sá

Sinopse

O presente relato é o resultado de uma consultoria realizada em Belo Horizonte, em 1984, para a Directoria de Educação Especial da Secretaria de Estado da Educação em Minas Gerais. Consiste no diagnóstico elaborado a partir da experiência de uma escola do ensino regular da rede estadual de ensino público, onde foi criado, em 1980, o Serviço de Apoio aos Deficientes Visuais.

Os alunos com deficiência visual aprovados pelo exame de selecção para o segundo grau dessa escola contavam com a assistência de uma sala de recursos que possibilitava a transcrição do material em tinta para a escrita braille.

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