O mar, Deus e o amor foram o mote para que Hélder Reis escrevesse um livro de poemas, que o apresentador quis que chegasse a todos sem excepção excepção. Escrito em tinta e em Braille Braille, esta obra literária inclui ainda uma pintura de Ophélia Marçal
O Projeto Inclusão sem Fronteiras, patrocinado pela Petrobras, vai entregar 142 máquinas de escrever em Braille, 2.104 livros didáticos, apostilas e manuais, e 852 bengalas para 84 instituições que atendem deficientes visuais nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste, Centro-Oeste e Sul.
"A filosofia do romantismo", de Arthur Bispo dos Santos; "Grande baú, a infância", de Arriete Vilela; "Memórias e ciências sociais", da autora Alice Anabuki Mancherel; "O negro e a construção do carnaval no nordeste", de autoria de Luiz Sávio de Almeida, Otávio Cabral e Zezito Araújo; "O silêncio da alma", do autor Leonardo Pimentel Santana e "Trabalho, educação e qualificação profissional", de Laura Cristina Vieira Pizzi.
por Germano Silva
De vez em quando sabe bem embrenharmo-nos na chamada literatura infantil e desfrutar do prazer que é conhecer uma dessas belíssimas histórias que deixam fascinado quem as lê - tenha o leitor oito ou 80 anos. É o caso de "Madalena e a gatinha pompom", a mais recente publicação de Zita Resende, destinada, naturalmente, a todas as crianças mas, de modo especial, às crianças invisuais. Por isso comporta dois textos, sendo que um é em braille.
A Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada vai criar uma nova valência durante 2007, para permitir o acesso de invisuais aos cerca de 500 livros em Braille de que dispõe, anunciou hoje a directora da instituição.
Já está em vigor a legislação, inédita na região, que estabelece preço popular para as versões em CD e Braille da Lei Orgânica do Município para portadores de necessidades especiais visuais.
Será inaugurado nesta quarta-feira (29), às 11h, o novo serviço de impressão em braile da Secretaria Especial de Editoração e Publicação do Senado, com duas novas impressoras, cada uma com capacidade de produção de 1.200 páginas por hora.
No dia 9 de dezembro, será realizada a inauguração da Audioteca do ISMAC (Instituto Sul-mato-grossense para Cegos Florivaldo Vargas). Durante o evento haverá o lançamento dos três primeiros exemplares do projeto “Livros que Falam - Educação, Modernidade e Cidadania”, idealizado por Telma Nantes de Matos, Iara Vieira, Celito Espíndola, Heloísa Mesquita, Gladis Linhares e desenvolvido pelo ISMAC, com o patrocínio do Programa Petrobras Fome Zero e apoio da FMB (Fundação Manoel de Barros).
A Biblioteca Municipal D. Dinis vai arrancar durante o primeiro trimestre de 2007 com um serviço para cegos e amblíopes em braille, disse hoje à Lusa a vereadora da Cultura da Câmara de Odivelas, Fernanda Franchi (PS).
Campo Grande (MS) - A Biblioteca Pública Estadual Dr. Isaías Paim agora possui uma sede própria para a recepção ao público, no segundo andar do Memorial da Cidadania e da Cultura Popular Apolônio de Carvalho. A Biblioteca foi fundada em 17 de fevereiro de 1986, e inicialmente atendia o público no Centro Cultural José Octavio Guizzo, até 1997. De 1998 a 1999, ficou instalada na rua 14 de julho, local onde anteriormente se localizava a Fundação de Cultura de MS. De 2000 a setembro de 2006, esteve localizada na rua Barão do Rio Branco, ao lado do Rádio Clube. Agora, no Memorial da Cultura, encontrou um espaço amplo para atender os visitantes.
Carioca, oito anos de idade é escritora. Esta é Munna Alexandre. Em libanês, seu nome quer dizer Boa Sorte. Desde pequena já tinha o costume de brincar de escrever histórias nas horas livres mesmo durante o processo de alfabetização. No começo deste ano, sua mãe sugeriu que ela escrevesse um livro para ser distribuído aos convidados no aniversário de sua irmã mais nova.
Vassouras - BIBLIOTECA MAURÍCIO DE LACERDA JÁ TEM LIVROS EM BRAILE
Mais uma vez a cidade de Vassouras inova, ao mostrar preocupação com a Cultura e o bem estar de toda a sociedade. Agora, a Biblioteca Maurício de Lacerda oferece títulos em Braile para crianças portadoras de deficiência visual.
A UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, vai realizar o III Encontro Rede de Espaços Internet nos dias 3 e 4 de Novembro de 2006 no Pavilhão 1 da FIL - Parque das Nações, Lisboa. O Pavilhão está aberto nos dois dias das 11h às 21h, com entrada gratuita.
Coleções do Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa, transcrito para o sistema braile pela Secretaria Especial de Editoração e Publicações (SEEP), serão entregues pelo Senado nesta terça-feira (31), às 19h, a três entidades que prestam apoio a deficientes visuais, entre elas a Associação de Cegos do Rio Grande do Sul e a Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Visuais de Caxias do Sul. A terceira entidade será indicada pela bancada gaúcha no Senado.
CONTRAPONTO
JORNAL ELETRÔNICO DA ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS
DO INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT
OUTUBRO DE 2006
2ªEdição
Legenda: Jornal eletrônico voltado para o segmento dos deficientes visuais, bem como, o público em geral.
Por Lerparaver
No dia 29 de Setembro, o Café Guarany, situado no centro da cidade do Porto, virado para a Avenida dos Aliados, recebeu um evento diferente.
Hélder Reis, co-apresentador do programa “Praça da Alegria” da RTP1, publicou um livro de poesia de forma totalmente diferente: em tinta e em braille.
Local = São Paulo - SP
Data do evento = 31/12/1969
Andreia Santana
O Código Da Vinci, do escritor Dan Brown, já foi lido por mais de 1,5 milhão de brasileiros e ocupa há meses a lista dos mais vendidos no país. Para Iracema Vilaronga e João Bosco de Santa Rosa, porém, o acesso ao best seller não é tão simples quanto ir até à livraria mais próxima e pedir o exemplar no balcão. Os dois são cegos e precisam ter acesso a outras formas de linguagem que não a escrita convencional. Para ler O Código Da Vinci, por exemplo, conseguiram, através de listas na internet, o arquivo do livro em CD.
Não é fácil encontrarmos uma revista que tenha quase meio século de vida.
Menos fácil ainda quando se trata de uma revista dedicada à deficiência visual e publicada em Braille!
Falamos da revista "POLIEDRO", propriedade do centro Professor Albuquerque e Castro e cujo o primeiro número data de Setembro de 1956.
Ao longo de todo este tempo passaram pela "POLIEDRO" muitos artigos de inegável importância e qualidade. Muitos deles até dotados de uma constrangedora actualidade.
Todos nós correríamos o risco de que esses artigos se perdessem na fragilidade do Braille e na poeira do tempo; além de que é injusto que tanta informação continue remetida a um suporte de acesso privilegiado e de consulta difícil.
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