As novas cédulas de Real vão atender à demanda dos deficientes visuais e terão tamanhos diferentes e marcas em relevo que facilitam a identificação tátil. Foram mantidos os elementos que já existiam, como a marca d’água, e outros foram redesenhados para facilitar a identificação e dificultar a falsificação.
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, avisou que não é necessário ter pressa para trocar notas, já que todas continuam valendo. Nas notas de R$ 50 e R$ 100, que serão lançadas até junho deste ano, foram incluídas faixas holográficas diferentes. Segundo o BC esse é um dos elementos mais sofisticados contra falsificação.
As novas cédulas tentam combater um dos principais problemas do dinheiro no Brasil: a falsificação. Dados do Banco Central mostram que, atualmente, existem 143 notas falsas para cada 1 milhão de cédulas em circulação.
Para a impressão das novas notas, foi preciso trocar todo o parque gráfico da Casa da Moeda. Foram gastos R$ 400 milhões na modernização da empresa, sendo que cerca de R$ 230 milhões foram destinados à compra de novos equipamentos para impressão.
Fonte: Click RBS (Santa Catarina)
